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Faixas
Aplica-se às listas de candidatos.

Candidatos

Composição dos votos sobre votos computados

Partidos votos válidos (nominais + legenda)

Leitura do recorte resumo descritivo calculado da base; não infere causas

    Detalhamento

    Clique numa linha para descer um nível.

    Candidatos no recorte

    Marque candidatos para analisar a distribuição territorial e compará-los. A posição na disputa considera toda a circunscrição; a posição no recorte, só o território filtrado. Eleitos: ver “Situação oficial”.

    Partidos mesma disputa e recorte; votos válidos nominais + legenda

    Mapa

    Geometrias: IBGE, Malha Municipal Digital 2025 (simplificada para exibição). Correspondência TSE↔IBGE: configuração oficial de municípios da divulgação do TSE. Zonas e seções não têm polígono oficial e são exploradas em tabelas.

    Explorador de dados

    Exportar CSV (recorte completo)

    Paginação, ordenação e totais são calculados no servidor sobre o recorte completo. Clique no cabeçalho para ordenar.

    Candidatos do 2º turno

    Variação por unidade diferença em pontos percentuais (2º − 1º turno)

    Como ler

    Diferença absoluta = valor no 2º turno − valor no 1º turno.

    Variação % = (2º − 1º) ÷ 1º × 100; não é calculada quando o valor do 1º turno é zero (indefinida).

    Diferença em p.p. = % no 2º turno − % no 1º turno, cada um sobre o seu próprio denominador (votos válidos para candidatos; eleitorado apto para comparecimento e abstenção; votos computados para brancos e nulos).

    Os dois turnos são comparados no mesmo recorte territorial. Em cargos estaduais vistos em nível nacional, só entram as UFs que tiveram 2º turno.

    Atenção: variações agregadas por território não demonstram transferência individual de votos entre candidatos.

    Unidades

    Curva da apuração seção a seção

    Eixo X: quantas seções já foram somadas, na ordem escolhida. Eixo Y: % do candidato sobre os votos válidos acumulados até aquela seção. Cor = candidato (no 2º turno de Presidente, nº 13 em vermelho e nº 22 em azul); traço = ordem em que as seções são somadas (contínua: recebimento do BU · tracejada: aleatória · pontilhada: 1ª totalização). No 2º turno os dois candidatos são espelho um do outro em torno de 50%. Arraste a barra inferior ou use a roda do mouse para dar zoom — abaixo de ~2.000 seções na janela cada ponto é uma seção.

    Boletim de urna da posição clicada clique em qualquer ponto da curva · o TSE registra o recebimento com precisão de 1 segundo e quase todas as urnas chegam em lotes no mesmo segundo: a ordem DENTRO do segundo não é documentada (aqui: por código do município, zona e seção)

    Clique na curva para ver qual seção entrou naquela posição, a hora em que o boletim chegou, os votos daquela urna e o salto que ela causou no acumulado.

    Quem entrou em cada trecho

    Como ler esta curva

    Toda ordem termina no mesmo ponto: depois de somar todas as seções, o percentual é o resultado final oficial, qualquer que seja a ordem.

    O começo é instável porque cada nova seção tem peso alto quando há poucos votos acumulados. A variação exata é ΔP = v/(V+v)·(p − P): v = válidos da seção, V = válidos já somados, p = % do candidato na seção, P = % acumulado. O peso v/(V+v) só é ≈ 1/n se as seções tiverem tamanhos iguais, e o movimento depende também de quão diferente a seção é do acumulado (medido em 2026: |ΔP| mediano ≈ 0,2 p.p. perto de 100 seções e ≈ 0,0001 p.p. perto de 100 mil).

    A forma do caminho depende da ordem. Os boletins chegam ao TSE em horários que variam por região, fuso, transmissão e tamanho das seções. Se as primeiras seções vêm de regiões onde um candidato vai melhor, a curva começa a favor dele e depois converge. Compare com a ordem aleatória: sem padrão geográfico, ela estabiliza perto do resultado final muito cedo.

    “Degraus” e oscilações (como no zoom de um trecho) aparecem quando entram em sequência seções de um mesmo lugar, com perfil de voto parecido.

    Esta curva descreve a ordem de chegada dos dados. Por si só, ela não indica irregularidade nem transferência de votos entre candidatos. O voto é secreto: o menor nível público é a seção eleitoral, não o voto individual.

    Fonte: TSE — votação por seção e detalhe da apuração por seção (horários de recebimento do boletim e da 1ª totalização parcial).

    O que este número mostra e o que ele não mostra

    Quem entra na contagem: eleitoras e eleitores com biometria cadastrada que não foram habilitados pela digital na urna. O leitor não reconheceu a impressão digital e a mesa liberou o voto depois de conferir o documento, como as normas do TSE preveem. Fonte: coluna QT_ELEI_BIOM_SEM_HABILITACAO do Boletim de Urna publicado pelo TSE.

    Quem não entra: quem não tem biometria cadastrada e votou pela identificação tradicional. O CSV do Boletim de Urna não traz esse número separado.

    Percentual = habilitados sem a digital ÷ comparecimento da seção (Presidente), somados no recorte. A biometria cadastrada vem do perfil do eleitorado (cadastro anterior à eleição) e usa o seu próprio denominador, o eleitorado daquele cadastro.

    Não é voto irregular nem indício de irregularidade. A taxa varia com o leitor biométrico (urnas mais antigas têm taxa maior, também quando comparadas no mesmo município), com o perfil do eleitorado e com a rotina de cada mesa. O dado não diz em quem essas pessoas votaram: o voto é secreto.

    Por modelo de urna

    Distribuição entre as seções

    Detalhamento

    Exportar CSV

    Clique numa linha para descer um nível; clique no cabeçalho para ordenar.

    Matriz de cobertura eleição × turno × cargo × UF

    Conferências da versão publicada

    Divergências e avisos

    Diferenças são registradas com fonte e abrangência; podem decorrer de datas de atualização distintas entre arquivos oficiais. Não indicam irregularidade.

    Arquivos oficiais publicados